sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Atividade Física na Gestação.





Poucas mulheres aderem ou mantém a prática esportiva durante a gestação, mas os benefícios são inúmeros 

A prática de exercícios físicos é importante em qualquer fase da vida. Mas na gestação ela é extremamente importante e recomendado, para que se mantenha o corpo saudável.
Segundo vários estudos, as gestantes que já tem uma rotina de exercícios regular e mantém esse hábito durante a gestação, reduzem o risco de o bebê nascer com excesso de peso e, além disso, elas continuam em forma e mantém o seu próprio peso dentro do ideal para o período. A atividade física tem a função de prevenir o crescimento excessivo do feto quando o mesmo está em desenvolvimento, além de melhorar a capacidade do corpo da mulher manter os níveis de açúcar no organismo. Tudo isso faz com que a futura mamãe diminua a oferta de açúcar que vai para o feto.
Por mais que a prática de exercícios físicos seja estimulada durante toda a gestação, o número de mulheres que aderem a prática é muito pequeno.  É importante frisar que se antes de engravidar, a mulher não praticava nenhum exercício, é importante que se vá com calma, pois agora não é o melhor momento para tentar se transformar numa super atleta. Entretanto você pode optar por praticar exercícios mais leves, como hidroginástica, natação, pilates ou uma simples, mas sempre bem vinda, caminhada. Essa escolha de incorporar a prática de exercícios no seu dia a dia durante a gestação aumenta a probabilidade de a gestante tomar gosto pela coisa e dar continuidade a prática após o nascimento do bebê, mantendo assim o corpo em forma, pois a mulher, ao se tornar mãe se sente ainda MAIS mulher, reavaliando o seu estilo de vida, sendo motivada a cuidar não somente da saúde do seu bebe, mas também da sua saúde.
O mais indicado para a mulher que pretende engravidar é começar com algum exercício aeróbio para melhorar seu condicionamento cardiovascular, além de ocupar a mente, diminuindo a ansiedade, prevenindo doenças como a diabetes gestacional, aumentando a chance de parto normal e afastando possíveis problemas com a pré-eclâmpsia (relacionado a pressão arterial).
Porém, lembre-se que antes de iniciar qualquer tipo de atividade física nesse período é necessário ter uma boa conversa com seu médico. Por isso, se você realmente quer se manter na ativa durante a gestação, veja aqui algumas dicas que irão ajudá-la a se mexer sem correr riscos:
- exercício aeróbios de baixa intensidade e trabalhos de alongamento;
- exercícios de ginástica localizada, principalmente aqueles que fortalecem a região lombar e musculatura adutora;
- em relação aos exercícios abdominais, há certa divergência. Alguns defendem a prática desses exercícios somente no início da gestação e outros preferem evitar esse tipo de movimento durante os nove meses pelo risco de um aborto espontâneo ou má formação do feto.
- tome cuidado com exercícios que mantém você muito tempo em pé, pois esse tipo de atividade acaba dificultando a circulação sanguínea e causando uma leve queda de pressão e mal estar
Não importa qual a atividade escolhida. Os exercícios devem promover uma série de benefícios para a saúde tanto da mãe quanto do bebê. Eles devem ajudar a mamãe a relaxar, controlar ansiedade, reduzir os inchaços e as dores musculares.
Já no pós parto, os exercícios irão contribuir para que a mãe se restabeleça mais rapidamente, além de melhora do humor e fazendo com que a mulher se sinta mais bonita, com a auto-estima lá em cima.
Lembre-se que gravidez não é doença e por isso não pode deixar com que você apenas sente e espere a grande hora chegar. A vida segue, mantenha-se em forma. Proporcione esse prazer pra você e para o seu bebê. Está mais do que na hora de colocar esse barrigão pra se mexer!

* matéria publicada no jornal O Correio do Povo em 21/09/2012

Um comentário:

  1. Olá, Blogueiro!

    Viemos te convidar para a Mobilização Nacional pela Doação de Órgãos. Doar órgãos é um ato de amor e solidariedade que traz mais vida e qualidade em seus dias para quem recebe. No Brasil, é a própria família quem autoriza a doação em caso de morte encefálica comprovada. Por isso, a informação é fundamental. É preciso que as famílias saibam desta vontade e se sintam seguras ao tomar esta decisão.

    Abrace esta causa com a gente no Facebook:
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    Espalhe esse recado e nos ajude a aumentar o número de vidas salvas.

    Obrigada,
    Ministério da Saúde

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